Trabalhar de casa ou no escritório será uma opção no novo ambiente de trabalho localizado na região central da cidade de Americana

No começo dos anos 2000, os escritórios open space materializavam um novo jeito de pensar que se popularizava entre as empresas, muito mais colaborativo, integrado e aberto à inovação. As paredes foram literalmente quebradas para que o senso de pertencimento pudesse se fortalecer e foi assim que a Vexia nasceu, fruto de um spin-off da primeira empresa de Centro de Serviços Compartilhados brasileira, dentro de uma cultura de inovação aberta, com escritório sede open space na cidade de Americana (SP), desenhado para garantir sua abordagem criativa e consultiva de Full Outsourcing.

As mudanças que a pandemia gerou, como a adoção do teletrabalho em larga escala, trouxe um novo momento de reflexão para o mercado: qual será o futuro das estruturas organizacionais de trabalho? Diante da sua experiência durante a “quarentena”, com mais de 70% de sua força em trabalho remoto há mais de um ano, a Vexia decidiu apostar em uma nova sede, ainda mais versátil, e totalmente adaptada ao modelo híbrido de trabalho (parte em casa e parte no escritório), se preparando para quando as medidas de isolamento social flexibilizarem.   

“Estudamos as vantagens e desvantagens de ser 100% remoto e 100% presencial no pós-covid, e entendemos que o modelo híbrido une o que há de melhor em ambos”, conta Daniela Secarechio Míssio, consultora de RH da Vexia.

De modo geral, o home office foi bem aceito pelas empresas brasileiras. Cerca de 94% de 139 empresas de diferentes portes afirmam que atingiram ou superaram suas expectativas de resultados em relação ao home office, segundo pesquisa “Gestão de Pessoas na Crise de Covid-19”, realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA) em abril de 2020.


Trabalho Remoto

#Pricipais vantagens:

  • Menos tempo gasto com transporte
  • Mais tempo com a família
  • Mais flexibilidade nos horários

#Principais desvantagens

  • Falta de espaço adequado
  • Falta de infraestrutura tecnológica
  • Perda de foco
  • Trabalhar mais do que o esperado


Fonte:
O Futuro será híbrido | Mudanças profundas na cultura do trabalho – MIT Technology Review.


Ao ter uma experiência bem-sucedida com o teletrabalho, principalmente nas atividades de caráter processuais e individuais, o tamanho e a localização da sede onde a Vexia nasceu já não condizia com o presente e nem com a perspectiva futura para os negócios. Dessa forma, a companhia passou a ter uma nova sede no final de abril, estrategicamente localizada no centro da cidade de Americana, pela facilidade de acesso e oferta de serviços no bairro, em um ambiente muito mais enxuto e digital (wireless).

“Apesar das vantagens do teletrabalho, nós temos uma cultura que valoriza as trocas e as interações presenciais, e entendemos que o processo criativo é uma construção em conjunto, e acaba sendo mais efetivo quando as equipes estão presentes fisicamente e por isso a escolha do modelo híbrido”, explica Fernão Geribello Porto, Gerente de Planejamento e Desenvolvimento Operacional da Vexia.

Os motivos que impulsionaram a Vexia a fazer esse movimento estão em linha com as pesquisas de mercado que descrevem os escritórios do futuro como estruturas físicas para encontros que visam a colaboração, inovação, treinamentos e relacionamentos. “Paradigmas estão sendo quebrados e uma nova cultura está se consolidando”, aponta Daniela.

Segundo pesquisa da Robert Half de 2020, que ouviu mais de 800 trabalhadores, 86% deles responderam que gostariam de trabalhar remotamente com mais frequência quando as restrições de isolamento forem flexibilizadas. No entanto, 45% acreditam que será mais difícil construir relacionamentos fortes com colegas se as equipes não estiverem no mesmo espaço físico.

Localizado no centro de Americana, município da microrregião de Campinas, o novo escritório foi inspirado em modelos de coworking e adaptado para a livre circulação de pessoas em dias e horários flexíveis. Serão 200 estações de trabalho para cerca de 320 colaboradores, que vão se organizar de acordo com o modelo híbrido acordado, podendo ser preferencialmente remoto – estando uma ou duas vezes por semana no escritório – ou preferencialmente presencial – de três a quatro vezes in loco.  

Tais definições foram feitas de acordo com as atribuições e atividades de cada colaborador, incluindo as adequações contratuais necessárias. Há, ainda, alguns funcionários que desempenham atividades que exigem 100% de presença física, como os responsáveis pela segurança, recepção ou manutenção, e aqueles que podem ficar 100% no modelo remoto, como os consultores de TI.

“Assim como o nosso posicionamento, de ser um hub completo de full outsourcing, a nossa nova sede passa a ser um hub de conexão de pessoas”, comenta Porto, lembrando que encontros presenciais para eventuais reuniões de alinhamento, feedback, integração e troca de experiências vão continuar sendo importantes porque são meios de preservar a cultura da companhia.

O estudo do MIT Technology Review sobre as mudanças na cultura do trabalho é taxativo: “o futuro do trabalho será híbrido, flexível, remoto e conectado. E nesse cenário, o maior desafio das empresas será alinhar os objetivos e coordenar as equipes. Os colaboradores, por sua vez, vão precisar ser disciplinados e proativos”.

De olho nesse futuro é que a Vexia se prepara para crescer, agora com muito mais liberdade de poder atrair e contratar pessoas de qualquer região do país, mas sem abrir mão das rotinas presenciais necessárias e ações que visem manter sua cultura relacional forte e criativa.

Com sua capacidade de integrar soluções, a Vexia está preparada para atender as necessidades específicas de cada negócio que planeja adotar o modelo híbrido de trabalho. Entre em contato com nossos especialistas!

Fernanda Mainieri
Daniela Secarechio Missio
Consultora de Recursos Humanos
Fernão Geribello Porto
Gerente de Planejamento e Desenvolvimento Operacional