Entender a economia digital deve ser uma das primeiras tarefas para qualquer empresa que deseja acompanhar as tendências do mercado atual.

Economia digital pode ser definida como um networking mundial entre atividades econômicas, transações comerciais e interações que são possibilitadas pelas tecnologias de informação e de comunicação.

 

Antes de mais nada, pense no quão engajada está sua empresa em relação à economia digital. A verdade é que são muitos os negócios ainda têm dúvidas ou sequer sabem como ela funciona. Aí entra o detalhe que não pode passar despercebido: entender a economia digital deve ser uma das primeiras tarefas para qualquer empresa que deseja acompanhar as tendências do mercado atual.

A seguir, explicaremos o conceito de economia digital, além de ensiná-lo a verificar qual é seu nível de adoção corporativo. Ao final, caracterizaremos também o cuidado para entrar nessa área. Continue a leitura e aprenda mais sobre essa tendência!

O que é a economia digital?

A economia digital pode ser definida como um networking mundial entre atividades econômicas, transações comerciais e interações. Tudo isso é possibilitado pelas tecnologias de informação e de comunicação. Ela pode ser atrelada a um conjunto de regras que determinam uma nova maneira de fazer negócios na era digital, modelo em que a moeda de troca é justamente a informação detida pelas empresas inseridas nesse contexto.

Confira agora mesmo alguns dos princípios que regem a economia digital!

Relevância

Uma empresa inserida no contexto digital sabe que precisa ser relevante para o cliente a fim de conquistá-lo. Ela precisa, assim, gerar valor para que esse consumidor a escolha em detrimento das concorrentes. Consequentemente, isso nos leva ao valor percebido gerado pelo negócio.

Tempo

O mundo moderno funciona na base do imediatismo. E essa realidade transforma o tempo em um bem precioso, que precisa gerar interatividade, mantendo as pessoas interessadas no negócio, em seus produtos e serviços.

Informação

Atreladas ao tempo, as informações precisam ser ágeis e oferecer o máximo de suporte possível para que decisões importantes sejam rapidamente tomadas.

Como saber se a empresa está inserida?

A rápida evolução tecnológica promoveu uma gigantesca transformação na economia global. Atualmente, não importa qual é o porte ou o setor de atuação de um negócio: seu sucesso está diretamente atrelado à maneira como ele usa a tecnologia. Sendo assim, existem alguns indicadores que mostram se a economia digital faz parte de uma empresa ou não.

Atenção: por mais que tenhamos listado a seguir alguns exemplos, é claro que, em se tratando de tecnologia, outros fatores devem ser levados em consideração. Afinal, o panorama é muito mais amplo. Mas vamos começar com os seguintes:

Soluções em forma de serviços

Antes, o que era vendido como solução passou a figurar na lista de serviços. E a tendência é que essas relações comerciais passem a ser regidas cada vez mais por essa modalidade. Lembre-se: a economia digital é baseada em serviços.

Esse cenário é mais que perceptível, por exemplo, na adoção de plataformas pelas empresas. É só olhar para o Software as a Service (SaaS), a Platform as a Service (PaaS) e a Infrastructure as a Service (IaaS). Se seu negócio adota alguma delas, provavelmente está inserido nessa nova economia digital.

Frentes digitais de contato com o consumidor

Como seu empreendimento disponibiliza serviços aos consumidores? Se olharmos pelo lado da economia digital, poderemos dizer que uma empresa que faz parte dessa constituição oferece serviços diferenciados para o público.

Assim, por mais que o suporte e a comunicação sejam feitos de maneiras diferentes, o segredo está no investimento em canais digitais. Nesses moldes, a empresa se preocupa em estar sempre onde o consumidor está, seja via redes sociais, chatbots, e-mails e assim por diante.

Novas possibilidades de capitalização

Outra característica em comum de muitas empresas que fazem parte da economia digital é que elas procuram novas formas de capitalização para seus empreendimentos. Com os sistemas de bancos e instituições financeiras tradicionais sendo mais burocráticos, tem-se aí portas abertas para novos modelos de financiamento.

Geralmente, as organizações que aderem a esses modelos econômicos inovadores estão ligadas a fintechs (empresas de tecnologia focadas em ofertar produtos e serviços inovadores na área financeira), crowdfundings (plataformas digitais de financiamento coletivo), carteiras e dinheiros digitais (investimentos em moedas como o Bitcoin e aderência a essas novas formas de pagamento).

Atualização para a sobrevivência dos negócios

mercado pautado pela economia digital exige agilidade e esperteza por parte das empresas ali inseridas. Elas precisam não só atuar de maneira mais fluida, mas também testar a todo momento as novidades que surgem, a fim de oferecer o melhor a seus clientes e se adaptar a suas demandas.

Isso quer dizer que os negócios que seguem o modelo de economia digital se atualizam constantemente, a fim de sobreviver e se tornar mais competitivos. E o melhor é que essa competição tem se tornado mais saudável, com as empresas se preocupando mais com as cadeias de produção. Para isso, formam grupos com outras corporações, a fim de oferecer o melhor para o mercado e movimentar a economia.

Que cuidados tomar para entrar na área?

Se ao ler os tópicos anteriores você percebeu que sua empresa ainda não faz parte desse novo modelo econômico, chegou a hora de aprender quais são os principais cuidados a tomar para entrar nessa área com o pé direito, colhendo bons frutos dessa empreitada. Acompanhe!

Invista em uma boa infraestrutura de TI

Antes de entrar de fato na área, a empresa precisará mudar toda a sua infraestrutura de TI. A ideia é que, a partir disso, o negócio consiga criar redes de dados e também soluções mais adequadas para suas necessidades. Nesse sentido, é preciso planejar.

A organização precisará investir em bons softwares, soluções que ofereçam o suporte necessário nessa reformulação. Caso contrário, a empresa corre o risco de adotar ferramentas que não apenas não se adaptam à sua realidade, mas que são dispendiosas demais.

Esteja atento aos limites legislativos

As empresas devem ficar muito atentas aos desafios regulatórios trazidos por esse novo modelo econômico. Aliás, esse passo é de extrema necessidade, visto que, há até bem pouco tempo, muitas ferramentas nem mesmo existiam — como é o caso das criptomoedas.

A legislação brasileira também tem focado bastante na tributação de serviços e ativos intangíveis, até então não regulamentados pela lei. Por essas e outras, é preciso ficar de olho nas reestruturações pelas quais a economia digital passa segundo as vigências tributárias.

Flexibilize os processos internos da organização

A quebra de paradigmas é uma característica latente da nova economia. Assim, quanto mais flexível for a empresa em relação aos serviços e também aos processos organizacionais internos, maiores são as possibilidades de se adaptar à nova realidade.

No fim das contas, portanto, não é necessário apenas preparar a infraestrutura, mas também os colaboradores, os clientes, os fornecedores e assim por diante. Pode acreditar: isso faz com que todos saiam ganhando.

Não existe debate: a economia digital já é uma realidade. Nesse contexto, as organizações que não se adaptarem podem ser simplesmente engolidas pelo mercado. Melhor se precaver, preparando-se desde já para essa novidade.

Por fim, agora que você já conhece melhor o assunto, que tal compartilhar este post em suas redes sociais para ajudar outras pessoas a se atualizarem?

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