Conheça quais são as habilidades pra inovar com base em dados e soluções personalizadas.

Disrupção e inovação são efetivas quando realizadas com base em dados e soluções personalizadas. Conheça quais são as habilidades para que tudo isso funcione!

Há alguns meses podíamos transitar e viajar entre cidades e países normalmente. Agora, uma simples saída ao mercado precisa ser muito bem ponderada, que dirá uma viagem de longa distância. Essa situação inesperada que o mundo enfrenta ilustra bem a volatilidade dessa era a qual chamamos de pós-digital

Eventos não previstos já configuram uma realidade inevitável preconizada por muitos especialistas, assim como Nassim Taleb em seu livro A lógica do Cisne Negro, que mostra o quanto estamos à mercê da imprevisibilidade – a exemplo da pandemia.

Acontecimentos como este têm efeito em rede, e a tecnologia, com tantos dados disponíveis e aparelhos conectados, tem sido imprescindível para apontar tendências e otimizar processos nesse contexto cada vez mais volátil e digital. Por isso, os dados já são considerados a nova moeda da atualidade.  

O último estudo do International Data Corporation (IDC) aponta que a produção de dados dobra a cada dois anos e, desde 2014, já existem mais dispositivos móveis do que pessoas no mundo. São cerca de 8 bilhões, segundo levantamento do Bank My Cell.

Mas, afinal, como estar preparado diante desse contexto tão incerto e digital? Quais são as premissas que líderes, gestores e profissionais devem ter em mãos para promover o progresso de suas atividades e negócios? Como forma de ajudar nessa jornada, o CEO da Vexia, Roberto Uemoto, estruturou seis principais habilidades que podem garantir a inovação dos negócios em meio a esse cenário VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo).

6 principais habilidades para a inovação:

Fonte: Arquivo Vexia

Flexibilidade: ter competência para mudar o rumo das operações com facilidade de adaptação. 

Agilidade: ter capacidade para capturar tendências e mudar a rota com a velocidade necessária.

Expertise: conseguir apresentar máxima expertise em todas as dimensões do negócio (do “core” ao “backoffice”).

Escalabilidade: apresentar capacidade para variar custos, investimentos, produção, estoques, etc; com o mínimo impacto.

Foco: focar no que de fato gera valor para o negócio no curto e longo prazo, no momento certo e no tempo necessário.

Gestão de recursos: alocar os restritos recursos onde cada valor irá ser multiplicado.

Para Uemoto, tais habilidades são atingidas rapidamente por meio de uma estrutura modular que consiga conectar e desligar competências de forma ágil e consistente, sendo o outsourcingum exemplo de modelo eficaz. “Ao invés de desenvolver internamente as competências técnicas e ferramentas que essas habilidades vão requerer, a proposta é contar com parceiros que já tenham know how e ecossistema de inovação para isso”, explica.

Todas as habilidades apontadas por Roberto estão diretamente atreladas ao suporte de sistemas de gestão, que unificam dados de diferentes departamentos e automatizam processos –    um movimento inevitável para a sustentabilidade dos negócios.

De acordo com a Gartner, a receita global do mercado de software para automação robótica de processos (RPA – de Robotic Process Automation, na sigla em inglês) deverá alcançar US$ 1,89 bilhão em 2021, equivalente a um aumento de 19,5% em relação a 2020. O estudo revela, ainda, que o segmento de RPA deve crescer em taxas de dois dígitos até 2024.

A partir do RPA e da Inteligência Artificial combinados, as tarefas burocráticas e de backoffice (áreas financeira, contábil, suprimentos, compras, contratos, folha de pagamento, etc.) ganham alto nível de automação, reduzindo redundâncias e recursos, além de aumentar a capacidade produtiva.

As operações de backoffice  para as empresas podem custar caro, por não serem o core business. Dessa forma, serviços consultivos de outsourcingcomo os da Vexia objetivam desburocratizar as organizações para que elas não percam seu foco e propósito. Recentemente, a Vexia firmou parceria com a ESPM para medir o Índice de Maturidade Digital das empresas e ajudá-las em seu plano estratégico digital.

#Habilidades na prática

Datas comemorativas, como o Dia das Mães, exemplificam a questão da volatilidade nos negócios, quando varejistas enfrentam picos de operações em seus sistemas. Ao ter uma estrutura de Business Process Solutions (BPS) modular, a companhia se prepara para a sazonalidade e reduz custos ao suavizar a curva de demanda por meio da automação.

Apesar da Transformação Digital e do outsourcing serem parte de um movimento inevitável, o mercado brasileiro ainda enfrenta resistências. De acordo com Uemoto, há muitas soluções no mercado que não se adequam ao cliente por serem baseadas em modelos globais, que não consideram peculiaridades do ecossistema brasileiro, como o sistema fiscal e tributário.

“Se eu pudesse dar um conselho às empresas, seria ter muita atenção no que seus parceiros efetivamente entregam. Hoje, sabemos qual a importância da inovação e dos processos cognitivos, mas há uma grande distância entre oferecer, implementar e acompanhar essa jornada”, finalizou Uemoto.

A Vexia pode ajudar sua empresa a desenvolver as 6 habilidades essenciais para a inovação. Entre em contato com o nosso time!

Roberto Uemoto