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Fusão de empresas: como sobreviver a um processo de M&A?

São muitas as estratégias usadas pelas empresas para continuarem em crescimento constante, chegando a novos mercados, aumentando sua carteira de clientes e fortalecendo sua marca e reputação. Entre essas estratégias está a de se unir a concorrentes ou parceiros. Estamos falando da fusão de empresas.

No primeiro semestre de 2017, foram anunciadas mais de 300 fusões de empresas, número 5% maior que o registrado no mesmo período de 2016. Mas o aumento de transações do tipo levanta uma série de dúvidas para empresários e gestores que estudam adotar a estratégia. Justamente para esclarecer essas questões que resolvemos criar este post!

Continue acompanhando para entender o conceito de fusão de empresas, conhecer seus riscos e benefícios, além de conferir os cuidados que devem ser tomados antes, durante e depois do processo!

O que é fusão de empresas?

O conceito é bastante simples: trata-se de combinar 2 ou mais empresas em uma nova organização. Com isso, as operações e a gestão dos negócios são unidas, bem como suas equipes. Como é possível imaginar, o processo é bem complexo. Afinal, é preciso unir trabalhadores diferentes, reorganizar a hierarquia corporativa e analisar que diretrizes serão mantidas ou modificadas na nova realidade.

É importante salientar que uma fusão é diferente de uma aquisição. Nesse segundo caso, uma empresa absorve outra. Assim, um dos negócios continua existindo enquanto o outro desaparece legalmente. Por mais que gere grandes mudanças processuais, no entanto, a fusão conta com um esforço coordenado para que os objetivos buscados no processo sejam alcançados o mais rapidamente possível.

Quais são as vantagens da fusão?

O processo de fusão de empresas é longo e burocrático, mas pode trazer uma série de vantagens para as organizações envolvidas. A seguir, listamos as principais.

Aumento de receitas

O aumento de receitas e lucros costuma ser o principal objetivo da fusão de empresas. O que se espera é que, unidos, os negócios consigam aumentar seu volume de conversão e vendas, impactando positivamente toda a organização. Mas atenção: o aumento de receitas é a soma final de todos os benefícios de um processo de fusão!

A ideia não é simplesmente somar a entrada do caixa das organizações fundidas, mas trabalhar para alcançar um lucro mais abrangente, maior que o melhor dos cenários com cada negócio funcionando por conta própria.

Diminuição de custos

Unir as máquinas administrativas de empresas diferentes envolve muito mais que simplesmente sobrepô-las. É importante que, durante o processo, as organizações sejam capazes de identificar quais estruturas de gestão devem se manter intactas, bem como aquelas que devem ser fundidas ou mesmo eliminadas.

A proposta é criar uma infraestrutura enxuta e, ainda assim, eficiente para conduzir o negócio. Surgem com isso o aumento da produtividade, a diminuição dos processos burocráticos, a eliminação de gargalos logísticos e produtivos, bem como o uso otimizado das próprias ferramentas de gestão da empresa.

A diminuição dos custos gerais impacta, portanto, no aumento da receita, dando vantagem competitiva para a nova organização. Afinal de contas, mesmo crescendo, ela consegue se manter ágil e flexível.

Diversificação dos negócios

É natural que, depois de certo tempo, a empresa continue focada no nicho de mercado em que é bem-sucedida. Por um lado, se isso permite o desenvolvimento de produtos e serviços de acordo com sua demanda, por outro, acaba limitando as possibilidades de atuação da organização.

Quando 2 ou mais empresas se unem, levam consigo sua cartela de clientes e uma fatia expressiva do mercado. Um exemplo bem simples para ilustrar: quando um negócio presente apenas na região Sudeste se alia a outro com grande penetração no Norte e no Nordeste do país, o resultado é bem poderoso.

Mais que somar os nichos de mercado, a fusão dá à nova empresa a força necessária para ampliar ainda mais seu horizonte, passando a ter a estrutura e os recursos necessários para buscar novos clientes.

E a diversificação do mercado não aumenta apenas a possibilidade de atrair mais clientes, mas traz também a oportunidade de desenvolver novos produtos e serviços. Afinal, o know-how de 2 equipes se unem. Integrados, esses times possam a ter a sinergia necessária para inovar de forma consistente.

Melhoria da reputação

Um processo de fusão vem para aumentar o peso da marca no mercado. E como a imagem é um dos bens imateriais mais importantes de qualquer organização, é importante que o processo da criação de uma nova marca consiga somar a reputação das empresas participantes a fim de conseguir uma projeção ainda maior.

A própria entrada em novos mercados já beneficia a ampliação da reputação, dando à empresa as condições necessárias para conquistar novos parceiros, realizar negociações mais favoráveis com fornecedores e até captar investimentos no mercado com mais efetividade.

Condições de crescimento

Entenda: a fusão de empresas não é um fim em si. Na verdade, ela pressupõe que a nova organização também precisará manter uma curva de crescimento para permanecer sustentável no longo prazo. Conjugando o conhecimento técnico de 2 negócios, mais nichos de mercado são alcançados e até a capacidade de captar recursos é melhorada. Assim fica mais fácil criar bases sólidas para sustentar o crescimento.

A fusão ajuda inclusive a reduzir riscos de mercado. Afinal, empresas menores sofrem mais em casos de instabilidade financeira e estão mais suscetíveis a falhar frente a novos desafios. Com uma estrutura robusta, no entanto, fica mais fácil resistir às tempestades e se manter no prumo de novas conquistas.

Mas e as desvantagens?

As desvantagens ou os riscos envolvidos em uma fusão são provenientes da própria complexidade da operação. Contudo, ao conhecer os possíveis problemas, você tem muito mais condições de evitá-los. Então conheça as principais possibilidades agora mesmo!

Unir processos

Ao longo dos anos, cada empresa constrói suas próprias diretrizes e políticas, condizentes com sua realidade de mercado e refletindo suas condições internas. São esses processos que dão a identidade real de uma organização, pois mostram como tudo deve ser feito naquele ambiente.

Quando empresas se unem, também é preciso unir esses processos individuais. O problema, claro, está nas diferenças, que, em menor ou maior grau, podem causar conflitos, erros na transmissão de informações e até mesmo atrasar as entregas.

Como ainda vamos falar neste post, a revisão de processos pode ser uma etapa bastante demorada, mas é fundamental para diminuir atritos e garantir a sinergia completa das equipes.

Equilibrar culturas

Não se engane: nem só de processos e diretrizes vive uma empresa. Cada uma também tem sua própria cultura interna. Assim, detalhes como o dress code exigido ou a maneira como são negociadas as férias de cada funcionário precisam ser levados em conta no processo de fusão.

O objetivo é evitar que os antigos colaboradores percam sua identificação com a organização na qual trabalham, o que poderia causar insegurança, atritos e perda de produtividade. A ideia aqui é garantir que o choque de culturas não se transforme em conflitos. Muito pelo contrário, essa pode ser uma excelente oportunidade para unir o melhor dos 2 mundos e aumentar a satisfação do time.

Manter a produtividade

Na prática, mudanças são sempre traumáticas. Igualmente verdade é o fato de que todo problema acaba impactando a produtividade. Como é preciso mudar tanto os processos como a cultura, o período de adaptação pode sim ser marcado por altos e baixos.

Convém salientar que a queda de produtividade pode ser notada já no anúncio de um estudo para a fusão. Isso porque tal situação pode facilmente causar nas equipes um sentimento de insegurança a respeito do futuro na corporação, tornando as ações mais lentas, burocráticas e conflituosas.

O cuidado, portanto, deve ser na transparência com os funcionários, fornecedores, clientes e, na verdade, qualquer parceiro que possa ser impactado pela mudança. Além disso, é preciso atuar para que as equipes das empresas não enfrentem solavancos durante o processo de transição.

Mensurar os resultados

Você já sabe que é possível esperar por grandes melhorias no negócio após a fusão de empresas. O detalhe é que essa realidade precisa ser confirmada com números reais! E a mensuração de resultados ganha contornos ainda mais complexos quando o assunto é fusão de empresas.

É preciso, portanto, revisar todos os índices de produtividade adotados e entender o histórico de ambas as empresas separadamente para, finalmente, traçar um planejamento estratégico baseado em metas que façam sentido para as 2 organizações.

É importante que essa análise inclua tanto métricas corriqueiras do mercado, como o aumento das vendas, até índices específicos para uma fusão. É possível medir, por exemplo, o tempo necessário de treinamento para que um funcionário entenda um novo sistema de controle adotado depois da fusão.

Que cuidados precisam ser tomados?

Agora que você já conhece as principais vantagens e os maiores riscos de uma fusão, chegou a hora de adotar as estratégias e ferramentas certas para que o processo seja bem-sucedido. Trata-se, basicamente, de tomar ações preventivas e se preparar para, caso necessário, fazer correções em tempo hábil. Acompanhe agora mesmo alguns dos cuidados que devem ser tomados!

Necessidade de fusão

Antes de mais nada, é preciso entender se a fusão é realmente a melhor saída para sua empresa. Existem algumas condições prévias que tornam esse processo especialmente vantajoso ou mesmo necessidades que o tornam imperativo. É essencial, por isso, entender os motivos por trás da fusão.

Isso pode acontecer, por exemplo, quando uma empresa está em condição financeira delicada e precisa se unir com concorrentes para saldar dívidas. Também pode ser o caso de um aporte de capital viável apenas com a fusão.

Empresas de médio e pequeno portes inseridas em mercados de alta expansão também podem unir forças para conseguir acompanhar essa evolução, bem como pode ser necessária a união de diferentes conhecimentos técnicos para gerar um negócio mais competitivo.

O importante é que os gestores tenham em mente que a fusão trará ganhos competitivos que não poderiam ser obtidos com a mesma velocidade ou a mesma eficiência que optando por demais alternativas, como o investimento solitário em uma expansão ou mesmo a aquisição pura e simples de outra organização.

Mitigação de riscos

Como os riscos e desafios de uma fusão de empresas já foram descritos, você já deu o primeiro passo para combatê-los. Contudo, por mais que saber o que é preciso enfrentar já seja uma vantagem e tanto, entender como driblar esses desafios é o real diferencial competitivo.

A melhor maneira de iniciar essa etapa em uma fusão de empresas é apostando na due diligence — comumente traduzida como diligência prévia. Essa estratégia é recorrente no momento de aquisição de ativos ou na contratação de serviços, mas também é central na aquisição e fusão de empresas.

A ideia central da due diligence está na análise prévia de todos os documentos (contábeis e financeiros) que vão impactar na fusão das empresas. Trata-se, portanto, de passar um verdadeiro pente fino nos negócios envolvidos.

O objetivo é detectar qualquer problema que possa travar ou bloquear a fusão. Com esse propósito, são analisados contratos, dívidas adquiridas, investimentos em andamento e as próprias situações fiscal e legal de cada uma das empresas. Assim, todo o processo transcorre dentro da legalidade, com os envolvidos tendo a chance de corrigir erros, detectar fragilidades e melhorar a compliance antes de finalizar a transição.

O processo de diligência prévia deve ser abrangente, envolvendo os setores contábil, financeiro, RH, vendas, marketing e jurídico, entre outros. Assim, não só o passado e o presente das organizações são avaliados, mas também é possível criar um banco de dados robusto para o planejamento estratégico da empresa fruto da fusão.

Revisão de processos

Ao unir 2 ou mais empresas, é preciso definir quais processos serão mantidos, quais precisarão ser alterados e aqueles que serão abolidos. Mais uma vez, trata-se de um momento complexo, que exige a integração de vários setores. Para não se perder no meio do caminho, procure seguir o passo a passo que preparamos a seguir!

Mapeie processos

Basta listar e descrever cada processo adotado pelas empresas, dando a possibilidade dos gestores entenderem com o que precisarão lidar.

Nomeie forças e fraquezas

Quais processos são eficientes e quais vêm tendo resultados abaixo do esperado? Saber discernir o que está funcionando bem do que precisa de uma correção imediata é o segundo passo para rever processos conjuntos.

Estabeleça grupos de trabalho

A melhor maneira de integrar processos é integrando pessoas. Monte equipes para rever, aperfeiçoar ou mesmo desenvolver os processos que serão adotados por todos. Lembrando que times mistos garantem o estabelecimento de novidades benéficas a todos.

Monitore resultados

Estabeleça métricas e índices de desempenho para avaliar o impacto da revisão de processos. É importante que os resultados possam ser mensurados com regularidade, permitindo a detecção e a rápida correção de eventuais problemas.

Via de regra, essas etapas da revisão de processos podem ser implementadas com o uso de Business Process Management (BPM) — que pode ser traduzido livremente por gestão dos processos do negócio. Adotado por empresas como Coca-Cola, Amazon e Nike para aprimorar seus processos internos de forma ininterrupta, o BPM garante o crescimento sustentável do negócio.

A base do Business Process Management é formada por pilares que já descrevemos anteriormente, como a documentação de cada processo, o estabelecimento de métricas para controle de resultados e, principalmente, o uso de apoio tecnológico para promover melhorias constantes.

Também é possível usar o Business Process Outsourcing (BPO) para dar leveza à estrutura da nova empresa. Isso acontece porque o BPO prevê a terceirização de alguns processos que não farão parte da atividade-fim do negócio. Se sua empresa vende frutas, por exemplo, pode terceirizar a logística de aquisição junto aos produtores rurais.

Se você acha que parece contraintuitivo não internalizar todos os processos da organização (especialmente quando são unidas as estruturas de 2 empresas), saiba: desde que seja adotada dentro do planejamento estratégico da empresa, a terceirização diminui custos e aumenta a produtividade.

Relacionamento com stakeholders

Quando 2 ou mais empresas se unem, muitas outras instâncias são afetadas: clientes, fornecedores, investidores e até mesmo as comunidades em que elas estão inseridas. É preciso, portanto, definir ações efetivas para garantir uma boa relação com os stakeholders.

O importante aqui é manter a transparência com agentes externos à empresa. Com o processo consolidado ou mesmo ainda em fase de estudos, aposte na comunicação efetiva com fornecedores e clientes, mostrando a expectativa de cada lado com a fusão, que serviços e produtos serão mantidos, como ficarão o atendimento e as vendas.

Tão importante quanto ter um processo de fusão seguro é mostrar essa segurança para os stakeholders. Afinal, a desconfiança só faz mal para os negócios. Já dar garantias de que a união das empresas será benéfica para todos é ponto-chave para o sucesso da mudança.

Cultura e reputação da empresa

Para garantir uma boa transição na cultura empresarial, é importante apostar na integração das pessoas. Realizar treinamentos em conjunto, mesclar as equipes de trabalho e promover o compartilhamento de conhecimento são, portanto, ações primordiais nesse processo.

Lembre-se de que o processo em si pode ser lento e gerar focos de conflito. A gestão de pessoas precisa, assim, de atenção especial. E isso diz respeito principalmente ao esforço conjunto dos setores de Recursos Humanos, que, por sinal, passam a ser um só!

A reputação da empresa, por sua vez, está intimamente ligada a bons processos de GRC, união de governança corporativa, gestão de riscos e práticas de compliance. É preciso definir com clareza como a empresa tomará decisões estratégicas e quais são as regras de atuação, bem como analisar os riscos com os quais ela deve lidar e, ainda, adotar normas para a organização ficar em conformidade com leis e práticas éticas do seu campo de atuação.

O GRC deve estar baseado em conceitos de transparência, capacidade de diagnosticar problemas e estabelecimento de planos de ação. Vale lembrar que esses pilares devem ser levados em conta não só durante o processo de fusão, mas devem sim ser mantidos e renovados de forma ininterrupta por toda a jornada da empresa.

Com isso, é possível evitar problemas legais, que levam a multas e juros, além de garantir a integridade da imagem da empresa. Obviamente, uma boa reputação facilita a captação de clientes, o recebimento de investimentos e o estabelecimento de parcerias.

Há exemplos a serem seguidos?

Tendo chegado até aqui, é bem possível que você esteja agora impressionado com a complexidade envolvida em uma fusão de empresas. É claro que um processo desse porte sempre traz riscos e pode ser traumático, mas, seguindo nossas orientações, você tem mais chance de ser bem-sucedido.

Caso ainda não esteja convencido de que uma fusão é uma boa oportunidade de negócio, vale a pena conhecer algumas histórias de sucesso. Pensando nisso, listamos algumas fusões que você pode usar como exemplo e inspiração. Acompanhe!

Sadia e Perdigão

Por mais que as 2 empresas já fossem gigantes na indústria de alimentos no Brasil, acabaram se tornando players ainda mais relevantes ao se fundirem na BRF-Brasil Food, em 2009. Assim, as organizações que até então eram concorrentes passaram a abocanhar uma enorme fatia do mercado sem abrir mão da diversidade de produtos.

cadeia de suprimentos das empresas, que já era similar, passou a ser integrada. O resultado foi facilmente visto em forma de diminuição de custos e despesas e de um maior alcance nos mercados brasileiro e internacional.

Lojas Americanas e Submarino

A primeira é uma velha conhecida do varejo brasileiro, enquanto o Submarino é muito relevante no varejo virtual. Embora as 2 empresas estivessem em rota de colisão, sua união na forma de B2W garantiu vantagens competitivas tanto no mercado analógico quanto no universo virtual.

Com um porte impressionante, a B2W consegue tem um poder de barganha muito maior com fornecedores, o que é um importante diferencial competitivo para o varejo. Isso sem contar que ainda pode oferecer soluções mais convidativas para seus clientes, como fretes mais baratos.

Ambev, Interbrew e Anheuser-Busch

A Ambev era uma das mais importantes cervejarias nacionais, mas tinha dificuldades em entrar no mercado estadunidense, um dos maiores do mundo. Para superar o desafio, a organização brasileira uniu forças com a maior cervejaria americana, a Anheuser-Busch.

Para garantir presença também no mercado europeu, a Ambev também se fundiu com a maior cervejaria belga, a Interbrew. Surgiu assim a Anheuser-Busch InBev, empresa destaque em rentabilidade, tendo lucrado bem no Brasil mesmo em um período de grave crise financeira.

BM&FBovespa e Cetip

Um bom exemplo de fusão focada na diversidade dos negócios está na união entre BM&FBovespa e Cetip. A primeira é uma das maiores bolsas de valores do mundo, enquanto a Cetip é a maior depositária de títulos privados da América Latina.

A fusão permitiu que as empresas ampliassem seu leque de produtos e serviços, além de garantir a dominância do mercado financeiro em toda a América Latina. O resultado é a B3, que em breve deve se tornar a 3ª maior bolsa de valores do mundo, com valor de mercado estimado em 13 bilhões de dólares.

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