20.10.2017
5 desafios de desenvolver aplicativos para planos de mobilidade

Dispositivos móveis já se tornaram ferramentas corporativas, dando mobilidade aos funcionários, permitindo transações rápidas via internet e ainda servindo como meio de contato entre empresas e clientes. Por essas e outras, as organizações têm enxergado a possibilidade de desenvolver aplicativos próprios como um diferencial competitivo que simplesmente não pode ser ignorado.

No post de hoje, vamos mostrar quais são os principais desafios ao se desenvolver aplicativos corporativos e indicar possíveis saídas para superá-los, criando soluções realmente eficazes, produtivas e confiáveis. Ficou interessado? Então continue lendo!

1. Segurança dos dados

segurança digital deve ser uma das principais preocupações de qualquer empresa. Afinal, a lista de possibilidades de fraudes e falhas que podem comprometer a integridade de dados de clientes e funcionários só cresce a cada dia.

Especialmente em ambientes que adotaram o BYOD (sigla em inglês para traga seu próprio dispositivo), o cuidado deve ser redobrado. É preciso considerar que os dispositivos pessoais dos funcionários podem não ter as mesmas proteções dos aparelhos projetados para o ambiente corporativo.

E isso também implica no desenvolvimento de aplicativos corporativos que possam ser usados em aparelhos comuns, contando assim com recursos de segurança mais potentes. Investir em bons processos de identificação e autorização de usuários, bem como na criptografia de dados são alternativas plausíveis.

2. Integração de sistemas

A criação de um aplicativo corporativo não se dá simplesmente porque é uma tendência de TI. Assim como qualquer ação empresarial, essa iniciativa deve estar focada em resultados claros, que impactem vários setores do negócio. É por isso que um aplicativo móvel deve conversar com um ou mais sistemas da empresa.

Caso ele seja um auxílio para os funcionários controlarem seu expediente ou sua previsão de férias, por exemplo, deve estar integrado ao sistema do setor de Recursos Humanos.

3. Adaptação de plataformas e dispositivos

Existem pelo menos 2 grandes sistemas operacionais em uso nos dispositivos móveis: o Android e o iOS. Como eles são usados em diferentes versões e nos mais diversos aparelhos, a empresa precisa desenvolver aplicativos que funcionem a contento na maior parte dos dispositivos em uso.

Para solucionar o problema, existem basicamente 2 caminhos. O primeiro é desenvolver versões independentes de cada plataforma, com um esforço de programação realizado para o Android e outro para o iOS. Esse tipo de desenvolvimento é considerado nativo, já que são usadas ferramentas Google e Apple, como Android ou iOS SDK.

A vantagem dessa modalidade é que os aplicativos serão desenhados para aproveitar todas as potencialidades de cada sistema, tornando-os mais estáveis. No entanto, o investimento necessário pode ser maior.

Por outro lado, é possível apostar em um desenvolvimento multiplataforma, usando linguagens de programação comuns entre os 2 sistemas. É possível, assim, criar aplicativos para iOS e Android com mais rapidez e menos custos. Nesse caso, porém, algumas características exclusivas de cada sistema podem não ser aproveitadas em um primeiro momento. Mas é possível fazer ajustes posteriores no sistema.

Por fim, é fundamental realizar testes de compatibilidade antes de liberar o download para o usuário final, garantindo que o aplicativo só fique disponível quando estiver rodando sem maiores problemas.

4. Conversão do usuário final

Todo aplicativo precisa ser pensado para a conversão do usuário final. Deve, portanto, ser realmente útil ou estratégico. Criar aplicações que resolvam problemas de clientes ou de funcionários é, assim, o primeiro passo para obter sucesso. Todavia, também é preciso criar aplicativos otimizados. E isso envolve uma série de pré-requisitos.

Eles precisam ser fluidos, leves e simples de usar. Seu design deve favorecer a experiência do usuário, tornando a curva de aprendizado bastante rápida. Além disso, é preciso dar transparência à política de uso de dados dos aplicativos, só solicitando informações realmente necessárias para os objetivos estratégicos da empresa.

Por fim, é sempre importante receber e analisar o feedback dos usuários para continuar promovendo melhorias no aplicativo com base em experiências reais, seja de clientes ou de funcionários.

5. Mão de obra especializada

Desenvolver aplicativos corporativos pode ser bem demorado e caro. Na prática, grande parte do investimento é direcionado na alocação de profissionais com know-how na área. Nesse sentido, é essencial ter ciência que uma equipe completa para o desenvolvimento de um aplicativo móvel é composta por profissionais. Os principais são:

  • designer e webdesigner: o primeiro cuida da parte gráfica do sistema, sempre orientado pela usabilidade e experiência do usuário, enquanto o segundo é responsável por transferir a parte gráfica para a programação do aplicativo;
  • analista de sistemas: é quem entende a demanda da empresa e faz um planejamento de tudo o que será necessário desenvolver em cada aplicativo;
  • arquiteto de software: é quem projeta a estrutura técnica, que geralmente faz parte da equipe de programação, ficando responsável por processos mais complexos;
  • desenvolvedor: é o programador de aplicativos, responsável por escrever as linhas de código, exercendo um trabalho mais técnico;
  • analista de banco de dados: trabalha em projetos grandes, com um fluxo massivo de dados oriundos do aplicativo, para definir como a empresa vai gerir as informações coletadas no app e em quais servidores ou sistemas;
  • analista de testes: além de procurar encontrar erros e conferir a compatibilidade dos aplicativos, ele também verifica se as diretrizes do projeto foram seguidas à risca;
  • coordenador de projetos: é o responsável por distribuir tarefas e acompanhar o cronograma geral do projeto.

Não é simples mobilizar e coordenar todos esses profissionais para o desenvolvimento de um aplicativo. Por isso, uma boa tática é contratar uma empresa terceirizada, que não só vai ficar responsável pela criação do app, como também garantir a sua manutenção e evolução em acordo com as necessidades do negócio da empresa.

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