26.05.2017
7 principais tendências de gestão de projetos que não podem ser ignoradas

7-principais-tendencias-de-gestao-de-projetosNão tem mistério: para melhorar os serviços e, consequentemente, alavancar o nível de satisfação dos clientes, é preciso focar na eficiência e no aprendizado contínuo. Exatamente por isso é que as empresas vêm investindo cada vez mais em mecanismos para aperfeiçoar sua gestão de projetos.

Caso pretendam superar a concorrência e fortalecer a marca, as empresas devem seguir uma fórmula básica: unir tecnologia com profissionais qualificados. Isso porque, hoje em dia, simplesmente não há mais espaço para a falta de profissionalismo, de organização e de foco em relação às necessidades do público-alvo.

Até aqui tudo bem. Mas e agora? Por onde começar e o que fazer? Continue de olho neste post, pois vamos apresentar 7 das principais tendências de gestão de projetos que podem influenciar positivamente os resultados alcançados. Confira!

1. Usar a nuvem para aumentar a colaboração

É um grande erro pensar que os funcionários só podem contribuir para o sucesso da empresa quando estão no ambiente de trabalho. Sabia que, com o avanço tecnológico, a computação em nuvem se tornou bastante comum no mundo corporativo? Basicamente, esse recurso permite acessar documentos e sistemas via qualquer dispositivo, desde que esteja conectado à internet.

Algumas organizações usam essa tecnologia para elaborar a documentação de um projeto com o Google Docs, por exemplo, ferramenta que viabiliza a participação simultânea de vários colaboradores, que podem inserir conteúdo em um único arquivo. Assim, as informações ficam mais alinhadas e dentro das perspectivas da organização.

Outras vantagens proporcionadas pela computação em nuvem podem ser vistas com a redução de tempo na fase de montagem do projeto e com o aumento da produtividade dos funcionários. Tem alguma dúvida de que assim todos saem ganhando?

2. Trabalhar com equipes em várias regiões

A globalização da economia faz com que as empresas busquem constantemente expandir seu mercado consumidor. No caso das multinacionais, já é comum que funcionários de países diferentes compartilhem e troquem informações sobre procedimentos e iniciativas a serem feitas para conquistar o consumidor. Nesse contexto, como reduzir despesas e agilizar a tomada de decisões?

Com esse propósito, muitas organizações têm optado pelas videoconferências. Assim, os colaboradores não precisam mais se deslocar para outra cidade, viajar para outro estado ou até outro país para simplesmente expor suas ideias e mostrar como as ações estão sendo desempenhadas para demais membros da equipe.

Mas vale ficar bastante atento a um ponto aqui: para usar a teleconferência com sucesso, é preciso contar com uma boa infraestrutura de Tecnologia da Informação. Caso contrário, a tentativa de agilizar o andamento de um projeto pode acabar se transformando em mais um motivo de irritação e improdutividade.

3. Priorizar mais agilidade na gestão de projetos

Como aumentar a rapidez em um ambiente cada vez mais complexo? Pois uma boa resposta para essa pergunta é: adotando metodologias ágeis para gerenciar os projetos da melhor maneira possível. É o caso, por exemplo, do Scrum, que permite o acompanhamento de cada etapa por parte do cliente. A intenção é que ele possa fazer sugestões de melhoria durante o processo, diminuindo assim as possibilidades de o projeto sair dos trilhos e causar um retrabalho enorme lá no fim.

Com esse tipo de metodologia, portanto, o cliente verifica o desenvolvimento dos serviços desde o início dos trabalhos. Isso cria uma ligação mais próxima entre a empresa e o público, fator fundamental para melhorar o diálogo e estreitar o relacionamento, abrindo novas oportunidades de negócio futuramente.

Ainda nesse tópico, vale ressaltar que as metodologias ágeis estão em evidência principalmente por 3 motivos:

  1. a necessidade de aperfeiçoamento constante dos serviços e produtos oferecidos;
  2. o foco mais direcionado às prioridades do público-alvo;
  3. o objetivo de aumentar a Retorno sobre o Investimento (ROI).

4. Valorizar também as qualidades não técnicas

Com o mercado de trabalho se tornando cada vez mais exigente, os profissionais têm procurado se qualificar bastante em termos técnicos. No entanto, muitos acabam se esquecendo que os atributos e as competências pessoais para ter um bom relacionamento interpessoal também são muito observados pelas organizações para contratar ou promover um profissional. Estamos falando das famosas soft skills.

Para a execução de um projeto ser bem-sucedida, é primordial que os integrantes tenham facilidade para expor suas próprias ideias, bem como maturidade suficiente para lidar com conflitos. Afinal de contas, se o lado pessoal começar a interferir na realização dos trabalhos, tanto a empresa como os colaboradores enfrentarão grandes dificuldades para alcançar suas metas.

Conviver bem com diferenças de comportamento e pensamento, ter paciência para superar as adversidades e ser humilde para ouvir clientes e colegas de trabalho: essas ações simples já ajudam no crescimento profissional e aumentam as chances de os projetos serem bem planejados e finalizados.

5. Voltar a atenção para o universo mobile

Outra novidade que abrange a gestão de projetos é o uso de dispositivos mobile. Na prática, já existem ferramentas bem simples e intuitivas que permitem acompanhar o andamento dos trabalhos. Podemos citar aqui o aplicativo PM Canvas, que tem versões para Android e iOS.

Por meio desse app, o usuário consegue compartilhar dados, analisar informações e fazer a previsão de resultados em pouquíssimo tempo e sem precisar se dirigir à sede da empresa. O aplicativo também promove a integração entre os membros da equipe ao facilitar a troca de ideias sobre o andamento das atividades, além de permitir fazer reuniões mesmo quando os participantes estão em locais diferentes.

6. Usar o Big Data para ter dados mais precisos

É fato: a tomada de decisão costuma ser um processo bastante complexo. E não é à toa! Uma única medida equivocada pode prejudicar a lucratividade e, dependendo do caso, até a imagem de uma organização. Pensando nisso, muitas empresas começaram a adotar o Big Data, recurso que promove o cruzamento de dados para oferecer uma análise detalhada de vários tipos de informação.

Dessa forma, os líderes dos projetos podem, em parceria com a equipe, identificar fatores de risco — como limites orçamentários, prazos curtos demais para a execução de determinadas tarefas, falta de recursos humanos para o cumprimento de uma meta, entre outros. Isso ajuda bastante na correção de erros e dá mais agilidade para decidir os rumos de cada projeto.

Hoje em dia, para obter melhorias contínuas na gestão, é simplesmente fundamental contar com uma ferramenta que viabilize a análise de dados precisa, de preferência em tempo real. Fazer escolhas sem ter como base informações consolidadas pode provocar erros irreparáveis.

7. Investir no gerenciamento de riscos

Em um mundo de mudanças constantes e cada vez mais rápidas, é preciso ter muito cuidado para decidir a tempo e com a devida precisão. De olho nessa tendência, as organizações estão valorizando o gerenciamento de riscos. A iniciativa contribui enormemente para a verificação de fatores que podem afetar negativamente o sucesso do negócio.

Além disso, o gerenciamento de riscos ainda permite eliminar fatores técnicos, organizacionais e econômicos que prejudicam a gestão de projetos. Lembre-se, afinal, de que o conhecimento é um poderosíssimo aliado para as empresas buscarem a melhoria contínua.

Por fim, para difundir boas ações com foco no gerenciamento dos serviços, não deixe de compartilhar este post em suas redes sociais!